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Tópico: [PS2] .hack//G.U.Vol. 1//Rebirth [7,9]

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  1. #1
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    PlayStation 2 [PS2] .hack//G.U.Vol. 1//Rebirth [7,9]


    Publisher: Bandai Namco
    Lançamento E.U.A.: 24 de Outubro de 2006
    Lançamento Japão: 06 de Maio de 2006
    1 Jogador


    Introdução

    .hack//G.U.Vol.1//Rebirth é o primeiro jogo da nova série .hack, intitulada .hack//G.U., uma franquia conhecida por simular o universo de um MMORPG.


    História

    Na pele de um jogador real de um MMORPG chamado "The World: R2", você possui um char (personagem do jogo) chamado "Haseo".

    Logo no princípio de sua aventura em "The World: R2", você encontra 2 jogadores mais avançados dispostos a ajudá-lo a compreender o universo e as regras do RPG online. Eles o ensinam como fazer uma série de coisas e partem juntamente com Haseo em sua primeira aventura. Após o objetivo desta primeira aventura ser concluído, estes 2 personagens revelam-se serem PK’s (Player Killers) e atacam e matam Haseo. Porém, logo após, aparece um outro jogador e mata os PK’s que mataram Haseo.

    Meses depois, Haseo torna-se bastante forte e, além disto, fica conhecido como Haseo – The Terror of Death. Ele transforma-se em um PKK, um Player Killer Killer, ou seja, um assassino de assassinos de jogadores, motivado pelo fato que ocorreu em seus primeiros momentos em "The World: R2".

    Haseo (ou o jogador que o controla) possuía uma amiga virtual no jogo chamada Shino, que foi atacada por um char chamado "Tri-Edge". Coincidentemente (ou não), a jogadora proprietária de Shino ficou em estado de coma no mundo real. Haseo, sabendo do ocorrido, decide encontrar Tri-Edge e descobrir a verdade por trás disto. Porém, ao finalmente encontrá-lo, nenhum de seus golpes causou qualquer tipo de dano em Tri-Edge, que com apenas um golpe matou Haseo.

    Estranhamente, o jogador de Haseo é desconectado de "The World: R2" e percebe que perdeu todos os seus arquivos no computador. Ao logar novamente no jogo, vê que seu char Haseo voltou para o level 1, como se fosse a primeira vez que estivesse jogando. Eis que Haseo encontra então 2 jogadores muito simpáticos que oferecem ajuda aos "noobs". De nada adianta Haseo tentar explicar-lhes o ocorrido e quem ele é. Eles continuam tratando-o como um noob.

    Não resta mais nada a não ser encarar o fato de que Haseo terá que partir do zero para evoluir novamente e tentar descobrir a verdade sobre o que está acontecendo em "The World: R2".


    Jogabilidade

    A jogabilidade de .hack//G.U.Vol.1//Rebirth é bem inovadora, simulando muito bem um ambiente de MMORPG. Nas cidades, é possível ver bastantes "jogadores" pra lá e pra cá a todo o momento, sendo possível interagir com todos eles. Como em todo MMORPG que se preze, você pode conversar com qualquer "jogador" (obviamente com suas falas já definidas), realizar trocas de armamentos ou itens ou comprar de alguém que esteja fazendo uma "liquidação". Também é possível encontrar um ou outro nas áreas onde a ação acontece.

    Com relação aos "jogadores" com quem você se relaciona de verdade, é possível fazer mais coisas, como formar uma "party" (grupo para os momentos de ação) ou dar qualquer item de presente. Também é possível trocar e-mails com eles e até mesmo cartões virtuais. Estas coisas aumentam o grau de afeição que você possui com cada um deles.

    Lendo o parágrafo acima, o leitor pode pensar: "Como assim trocar e-mails???" O que acontece é o seguinte: o jogo, além de simular um MMORPG, simula também um ambiente de computador, no qual é possível iniciar o jogo "The World: R2", ouvir músicas e assistir a vídeos do jogo, navegar pela internet coletando informações (in)úteis nos sites de notícias e nos fóruns, trocar e-mails e salvar o seu progresso no jogo. Desta maneira, o andamento do jogo é ditado tanto por acontecimentos internos quanto externos aos de "The World: R2".

    Como é bem de praxe dos MMORPG’s, os equipamentos de ataque e defesa possuem restrição mínima de level para que possam ser utilizados. O motivo é um bem óbvio, pois como você pode fazer negócios com qualquer "jogador", seria ridículo um char iniciante repleto de armamentos fortíssimos, algo que estragaria a graça de qualquer jogo do estilo. E, assim como nos MMORPG’s por aí, os equipamentos podem ser melhorados por meio de combinações com outros equipamentos ou materiais.

    Os locais onde a ação se dá são acessíveis através de um portal existente na(s) cidade(s). Para ter acesso a estes locais (que poderiam muito bem ser chamados de fases), é necessário formar uma “frase” composta de 3 grupos de palavras. Exemplo: "Hidden Forbidden Empire". Estas palavras você encontra nos fóruns ou são dadas a você por intermédio dos seus amigos via e-mail ou quando você completa uma fase, dependendo do seu desempenho nela. Você pode combinar estes 3 grupos de palavras livremente de acordo com os que você tiver disponível. Cada uma delas possui uma característica (dificuldade, ambiente da fase, tipos de inimigos etc), e a sua combinação gera uma fase única. Os objetivos das fases variam, podendo ser conquistar 3 fragmentos de um símbolo, detonar um chefe, ou simplesmente chegar ao final de um labirinto, por exemplo. Ao final de cada fase (exceto as de chefe), você tem direito a abrir um baú com um item dentro como bonificação.

    As batalhas se dão da seguinte forma: os inimigos estão espalhados pelas fases, visíveis, geralmente em grupos. Dependendo da sua aproximação a eles e do raio de visão que possuem, eles podem vê-lo, dando início à batalha. Mas é possível desferir um ataque surpresa para iniciar a batalha já com alguma vantagem, bastando pra isso chegar a uma determinada distância deles sem que seja visto. Batalha iniciada, é formada uma espécie de arena, delimitando o espaço da ação, que não é em turnos, e sim em "tempo real", como num MMORPG. É possível defender-se, utilizar itens, magias e skills. Também é possível atacar em grupo quando estiver em party se você tiver "moral" suficiente. Este moral vai crescendo de acordo com seu desempenho durante as lutas até chegar no seu nível máximo.
    Você pode determinar a forma como cada "jogador" na sua party vai agir durante as batalhas, como uma estratégia mesmo. Você pode fazer com que um cleric tenha a posição de curar os "jogadores" e um outro char tenha liberdade total, por exemplo.

    Existe uma boa quantidade de quests, inclusive quests com o objetivo de promover o seu job. Algumas são feitas em party, outras, solo. Por isso, apesar de possuírem papel “secundário”, é importante e até essencial fazer algumas delas. E, caso você se esqueça quais são seus próximos passos no jogo, você pode ver um histórico, chamado de "Memoir", onde você visualiza as coisas que já foram feitas e o que ainda está por fazer.

    No entanto, .hack//G.U.Vol.1//Rebirth peca em um aspecto primordial de qualquer jogo e que pode parecer meio óbvio: jogar. A todo momento você tem que ficar logando e deslogando de "The World" para checar seus e-mails, ver o que está sendo discutido nos fóruns, que por sinal estão lotados de coisas inúteis pro andamento da estória, mas que são necessários porque em um ou outro post há palavras-chave para o seu andamento. Além disto, praticamente toda vez que você possui um novo objetivo surgem seqüências de animações, in-game ou não, com duração considerável (especialmente as in-game). Resumindo, há muito pouco espaço para a exploração e a ação propriamente ditas. Apesar destes problemas, o jogo consegue ser cativante pelo próprio enredo e pela sua originalidade.


    Gráficos

    Os personagens são bem detalhados, distintos e desenhados com extremo bom-gosto, no estilo cell-shading. Além disto, possuem carisma, algo fundamental em RPG’s.

    Os cenários das cidades onde os personagens podem andar livremente têm visuais muito bonitos, apesar de não possuírem várias tonalidades de cores. Neste ponto, chega a ser muito parecido com os MMORPG’s de verdade, que geralmente possuem os gráficos de suas cidades e até mesmo das áreas de ação não muito complexos, visando assim uma performance mais otimizada, principalmente em locais onde há bastante concentração de jogadores.

    Nas áreas onde a aventura acontece de verdade, a coisa não é tão bonita assim. As dungeons são bem simples e bonitas visualmente, porém pobres em conteúdo gráfico. Basicamente são compostas apenas pelas construções básicas, como as paredes, os tetos, algumas janelas com efeitos de luz, uma ou outra coisa com a qual pode-se interagir no cenário, como vasos e barris, e os inimigos. Já nas planícies, a coisa é ainda pior. Os trechos são repetitivos, e em algumas destas áreas há um efeito de névoa que incomoda bastante na visão. No geral, os gráficos dos cenários são bonitos, apesar da pequena quantidade de detalhamento.


    Animações

    As animações dos personagens são bem legais e de alta qualidade. Não possuem aspecto de bug ou travamento em nenhum momento, rodando sempre lisas, tanto as animações do seu personagem quanto de todos os outros. As animações durante as batalhas são belas, mas de vez em quando há uma queda no framerate. Além disto, as animações dos golpes são bem interessantes.

    Há inúmeras animações durante o jogo. Várias cutscenes, tanto in-game quanto CG’s, todas elas devidamente dubladas e legendadas. As CG’s possuem efeitos muito bonitos, fazendo com que os personagens pareçam ter vida.


    Som

    A trilha sonora de .hack//G.U.Vol.1//Rebirth é bem diversificada e muito bem orquestrada de um modo geral. Existem músicas chatinhas, é verdade, mas por outro lado há algumas músicas que em determinados momentos lembram as de outros RPG’s, como Final Fantasy e Phantasy Star, especialmente os mais antigos. Infelizmente, no geral, elas não são tão empolgantes quanto deveriam, mas ainda assim a qualidade das gravações é adorável.

    Os efeitos sonoros são de boa qualidade. Os sons dos passos do seu personagem são bem distintos de acordo com o tipo de piso em que ele passa. O som da água quando se caminha na sua beira, na praia, é bem fiel.

    A dublagem dos personagens empolga, e diálogos não faltarão durante o jogo. O trabalho que os dubladores fizeram é de alto nível, fazendo com que os personagens expressem suas emoções na medida certa.


    Conclusão

    ".hack//G.U.Vol.1//Rebirth" começa morno, sem-graça e com muito blá, blá, blá. Mas a jogabilidade original e sua boa estória conseguem salvá-lo. Se você tiver paciência pra chegar a pelo menos uma 13-14 horas de jogo e for um apreciador de RPG’s, ele vai conseguir te prender a partir daí. Do contrário, se for do tipo impaciente e mal chegar às 3 horas de jogo sem se animar com ele, é melhor desistir logo e pegar algum Final Fantasy, Tales of, Wild Arms ou qualquer outro RPG mais clássico que você ganhará mais. Mas ficar sem experimentar este jogo é que não dá. Ele merece uma chance.


    Notas:

    Gráficos: 8,7
    Som: 9,5
    Jogabilidade: 6,5
    Diversão: 7,0

    Total: 7,9

    Pontos fortes:

    Original;
    Personagens carismáticos;
    Enredo cativante;
    Sucesso ao simular um ambiente de MMORPG em um jogo completamente offline e para 1 único jogador.

    Pontos fracos:

    Muito blá, blá, blá, especialmente nas primeiras horas de jogo;
    Informações inúteis em demasia;
    Pouco espaço para a ação;
    Controles um pouco imprecisos na batalha, em grande parte devido à câmera.


    Screenshots:



























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  2. #2
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    PlayStation 2 Re: [PS2] .hack//G.U.Vol.1//Rebirth [7,9]












    Vídeos:

    Início do jogo:



    Gameplay - Haseo vs. Alkaid:

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  3. #3
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    Re: [PS2] .hack//G.U.Vol. 1//Rebirth [7,9]

    mais legal ainda é a ligação com os vol2 e 3 salvando no memory card pra continuar depois nos outros!!! bem legal xD
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  4. #4
    Colaborador Avatar de bluR
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    Re: [PS2] .hack//G.U.Vol. 1//Rebirth [7,9]

    review show de bola!
    eh nois fazendo cada vez melhor! hahaha

    mas po..
    nem sabia q .hack funcionava assim..
    de "simular" um outro jogo..
    parece uma sacada bem interessante mesmo..
    por explorar esse lado "fora do jogo".. mas.. DENTRO DO JOGO
    aheoaheo
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  5. #5
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    Re: [PS2] .hack//G.U.Vol. 1//Rebirth [7,9]

    Muito bom review, parabéns mesmo!
    Eu adoro a serie .hack. Mangas, animes, jogos... todos conseguem me prender. Uma pena eu nao ter um ps2 pra brincar mais :|

    @bluR
    Tu não assistiu .hack//sign? a idéia é a mesma =P

    Aliás, muito legal ver as referências ao jogo no anime e ao anime no jogo

  6. #6
    Colaborador Avatar de bluR
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    Re: [PS2] .hack//G.U.Vol. 1//Rebirth [7,9]

    nao..
    nao assisti nao onichi..
    eu sabia q tinha anime e tal..
    mas nunca fui atras pra ver oq era..

    eu ateh imaginei q era baseado no anime ou coisa parecida..
    aehoaoehaoea
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  7. #7
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    Re: [PS2] .hack//G.U.Vol. 1//Rebirth [7,9]

    O anime que é baseado no jogo, se bem me lembro... e um completa o outro. E tem os mangas também. É uma franquia bem grande e interessante, diga-se de passagem ^^

  8. #8
    Colaborador Avatar de bluR
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    Re: [PS2] .hack//G.U.Vol. 1//Rebirth [7,9]

    quem sabe eu nao do uma chance pra alguma das midias?
    hehehe
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  9. #9
    Colaborador Avatar de Jagged
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    Re: [PS2] .hack//G.U.Vol. 1//Rebirth [7,9]

    Valeu pelo feedback

    Se a galera quiser, mais pra frente eu posso fazer reviews das sequências.

    Pra próxima review eu tô pensando em fazer uma nova votação, mas dessa vez com jogos clássicos, ok?
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  10. #10
    Voodoo Avatar de Tarnatos
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    13

    Re: [PS2] .hack//G.U.Vol. 1//Rebirth [7,9]

    Introdução

    .hack//G.U.Vol.1//Rebirth é o primeiro jogo da nova série .hack, intitulada .hack//G.U., uma franquia conhecida por simular o universo de um MMORPG.


    História

    Na pele de um jogador real de um MMORPG chamado "The World: R2", você possui um char (personagem do jogo) chamado "Haseo".

    Logo no princípio de sua aventura em "The World: R2", você encontra 2 jogadores mais avançados dispostos a ajudá-lo a compreender o universo e as regras do RPG online. Eles o ensinam como fazer uma série de coisas e partem juntamente com Haseo em sua primeira aventura. Após o objetivo desta primeira aventura ser concluído, estes 2 personagens revelam-se serem PK’s (Player Killers) e atacam e matam Haseo. Porém, logo após, aparece um outro jogador e mata os PK’s que mataram Haseo.

    Meses depois, Haseo torna-se bastante forte e, além disto, fica conhecido como Haseo – The Terror of Death. Ele transforma-se em um PKK, um Player Killer Killer, ou seja, um assassino de assassinos de jogadores, motivado pelo fato que ocorreu em seus primeiros momentos em "The World: R2".

    Haseo (ou o jogador que o controla) possuía uma amiga virtual no jogo chamada Shino, que foi atacada por um char chamado "Tri-Edge". Coincidentemente (ou não), a jogadora proprietária de Shino ficou em estado de coma no mundo real. Haseo, sabendo do ocorrido, decide encontrar Tri-Edge e descobrir a verdade por trás disto. Porém, ao finalmente encontrá-lo, nenhum de seus golpes causou qualquer tipo de dano em Tri-Edge, que com apenas um golpe matou Haseo.

    Estranhamente, o jogador de Haseo é desconectado de "The World: R2" e percebe que perdeu todos os seus arquivos no computador. Ao logar novamente no jogo, vê que seu char Haseo voltou para o level 1, como se fosse a primeira vez que estivesse jogando. Eis que Haseo encontra então 2 jogadores muito simpáticos que oferecem ajuda aos "noobs". De nada adianta Haseo tentar explicar-lhes o ocorrido e quem ele é. Eles continuam tratando-o como um noob.

    Não resta mais nada a não ser encarar o fato de que Haseo terá que partir do zero para evoluir novamente e tentar descobrir a verdade sobre o que está acontecendo em "The World: R2".

    Adorei seu post contando um pouco do jogo e tb as imagens ,sou super fã do jogo,pois ja tinha uma vez visto na casa de um amigo a capa do primeiro o infection mas n me interessei muito ,depois vi os videos do jogo no youtube e acabei comprando o redemptiom e me apaixonei de vez ....um jogo maravilhoso com otima trilha sonora e encantadora,bons grafícos,e um enredo otimo tb...acabei me interessando tanto que fui assistir os animes e estou agora querendo jogar todos prasaber da historia do começo ao fim...espero que vc ponha outros posts dos outros Hack//Gu.

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